Como a direita manipula e cria factóides...

O PSDB perde cada vez mais as estribeiras, chegando ao ponto de "rasgar a constituição", como diz o companheiro Raul Pont. Estão tentando por aí disseminar um falso factóide em torno da indisciplina regulamentar na condução dos trabalhos realizado por Zilá, o cão de guarda da governadora, que até hoje dentro da política, ainda não entendeu o que significa uma "questão de ordem"...
Prestem atenção nas grosserias e pobreza política do blog da juventude do PSDB, enviado por Igor Paes, e vejam a tristeza em que se dá a política no campo da direita. Me pergunto: que projeto de sociedade tem esses jovens? E sonho... quem sabe um dia eles se libertem da ignorância a que estão fadados se continuarem a reproduzir o discurso dos seus caciques neoliberais.
eis o link
http://jpsdbrs. blogspot. com/2009/ 04/convencao- jpsdb-gravatai. html
Vejam só o que um "vaza yeda" não promove numa cidade... hehehehehehehe
Abaixo, do blog RS Urgente.
Em decorrência da versão disseminada nos meios de comunicação sobre a sessão de votação da admissibilidade do pedido de impeachment da
governadora, na noite de quinta-feira (8), o deputado Raul Pont, vice-líder da bancada do PT na Assembléia Legislativa divulgou nota oficial afirmando:
1 - Não falei, não toquei, não fiz qualquer ameaça à relatora do processo, Zilá Breitenbach (PSDB) e nem “dei tapa” em microfone;
2 - A versão disseminada pelo PSDB e pelos aliados da governadora Yeda Crusius não condiz com a realidade dos fatos e se configura numa tentativa desesperada de vitimizar, perante a opinião pública, os verdadeiros algozes do povo gaúcho;
3 - A violência praticada durante a sessão partiu daqueles que, para atingir seu intento, rasgaram a Constituição, o Regimento Interno do Parlamento e a legislação que estabelece o rito do processo;
4 - Afronta à população foi o fato de o presidente da comissão especial ler o parecer do Procurador-Geral da Assembleia Legislativa e agir no sentido oposto, garantindo voto a um deputado sem representação na comissão, pois já mudara de partido, mas decisivo para aprovar a farsa. Sem ele, não haveria quorum – maioria absoluta – para assegurar o arquivamento do processo contra a governadora;
5 - Desrespeito ao povo foi decisão do presidente e da relatora de ignorar o material sob sigilo, de não ouvir o MPF e os signatários do pedido de afastamento da governadora e de desconsiderar as reuniões subscritas por dez deputados para a realização de diligências. Ao invés disso, dedicaram-se à produção de um relatório chapa branca que encobre a verdade e envergonha o Rio Grande do Sul.
